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Espetáculo Bem Sertanejo ,Emoção,tradição ,um verdadeiro tesouro da nossa cultura!

Superprodução, assinada pela Aventura Entretenimento e Musickeria, marcou a estreia do cantor Michel Teló como ator
Violeiro toca essa viola, que ainda tem muita moda boa nesse musical!

Esse final de semana Michel Teló fez as últimas apresentações do Musical Bem Sertanejo em Ribeirão Preto . O espetáculo já passou por 6 capitais,7 cidades,26 sessões lotadas, Sempre com sucesso de público e não foi diferente aqui em Ribeirão Preto. 


"Boa noite quem é de dentro
Boa noite quem é de fora
Salve a hóstia e cálix bento
O menino Deus e Nossa Senhora"

O Bem Sertanejo  não contou apenas a historia da musica sertaneja como também retratou a historia do Brasil: a vinda dos portugueses ,os índios,a catequização,a literatura,a vanguarda,o monteiro lobato,o jeca tatu,o interior,a urbanização,o surgimento da tecnologia,as lutas sócias... Uma aula daquelas que não se pode faltar.
Uma cultura tão bela e rica,como a do interior do nosso pais,deve ser respeitada e preservada sempre! Viva a cultura,viva o sertanejo.


 A música caipira dos anos 80 e 90 foi marcada pelos hits românticos do sertanejo pop. Um grande destaque da época foi o projeto "Amigos", que reuniu as maiores duplas do gênero: Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano, Leandro e Leonardo e muitos convidados.

É claro que esses encontros, que resultaram em especiais de TV, shows e discos, são homenageados no #BemSertanejoOMusical. Quem aí nunca cantou e se emocionou ao som de "É o Amor", "Pensa em Mim" e "Não Aprendi Dizer Adeus"?

Foto: Mariane Rocha
"Sou, sou livre feito um regato
Eu sou um bicho do mato
Me orgulho de ser caipira"

Viver em um país com uma cultura musical tão rica é um privilégio e ver um espetáculo que conta a
História da nossa música com tanto carinho ,respeito é maravilhoso.
Um resgate feito com muito delicadeza e riqueza de detalhes,  produção simplesmente maravilhosa 👏👏👏👏.

Apresentado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e pelo Circuito Cultural Bradesco Seguros, patrocinado pela Alelo e Raízen, apoiado pela Algar Telecom, Firestone, Comgás e  Momenta, Avianca, como transportadora oficial, Avianca, como transportadora oficial, e a Volkswagen Caminhões e ônibus, como caminhão oficial, teve sua  estreia no dia 21 de abril, em São Paulo (no Tom Brasil), o espetáculo de teatro “Bem Sertanejo -  O Musical”.  A montagem conta a história da música sertaneja, desde a sua origem caipira, na década de 1920, até os dias mais recentes e traz no repertório cerca de 56 sucessos de nomes consagrados, como Tonico e Tinoco, Sérgio Reis, Almir Sater, Renato Teixeira, Chitãozinho e Xororó, Leandro e Leonardo, Zezé Di Camargo e Luciano, Gustavo Lima, entre outros.

“Bem Sertanejo - O Musical” traz na assinatura do texto e da direção o nome de Gustavo Gasparani e de profissionais consagrados no ramo, como Gringo Cardia (cenografia), Maneco Quinderé (iluminação), Marcelo Olinto (figurinos), Renato Vieira (coreografias), Marcelo Neves (direção musical), Mauricio Detoni (arranjos e preparação vocal) e André Piunti (pesquisador musical). A turnê percorreu as seguintes cidades brasileiras: São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Ribeirão Preto.


Resumo do roteiro:

“Bem Sertanejo – O Musical” conta a trajetória e a formação da música caipira e da cultura interiorana do nosso país de forma poética e não cronológica.  A peça propõe uma viagem pelos nossos interiores – memórias, infância, descobertas – resgatando, assim, o sertão que há em cada um de nós, e ao mesmo tempo, um contato direto com as nossas raízes culturais.

No final do século XVII, com a descoberta do ouro, o país foi primeiramente desbravado por bandeirantes, e em seguida, foram os tropeiros que levaram todo tipo de víveres sobre o lombo das mulas. Tocavam as suas comitivas por caminhos que saíam do Rio Grande do Sul até os sertões de Minas, Mato Grosso e Goiás, passando por Santa Catarina, Paraná e São Paulo. É através dessas trilhas poeirentas que se desenvolve o primeiro ato da peça. Um grupo de atores/tropeiros, com suas violas caipiras, desbrava o sertão brasileiro e durante o trajeto revela toda a riqueza desse mundão velho sem porteira, com seus causos, lendas, piadas e canções.

O primeiro ato é completamente rural, lírico, interiorano, entremeado por poemas de Cora Coralina, Manoel de Barros e inspirado no universo de Guimarães Rosa. Flerta, ainda, com o movimento modernista, que ajudou na construção da nossa identidade brasileira, através dos versos de Mário de Andrade, Manuel Bandeira, da música de Villa-Lobos e da obra de Tarsila do Amaral, que inspirou a cenografia da peça. Monteiro Lobato, Catulo da Paixão Cearense, Chiquinha Gonzaga, Mazzaropi, Jararaca e Ratinho, Alvarenga e Ranchinho, também fazem parte desse nosso sertão. Toda a cena se passa no meio do mato, com jeito e perfume do mesmo. Um sertão mítico, onde o erudito se encontra com a alma popular para criar a identidade de um povo. Um encontro livre de preconceito e longe da palavra progresso.

No segundo ato, o foco será a trajetória dos artistas caipiras, tais como: Angelino de Oliveira, Raul Torres, João Pacífico, Tonico e Tinoco, Tião Carreiro, entre outros. Das primeiras apresentações pelo interior até chegar à cidade grande.  De como aquele sertão mítico, isolado do resto do país, vai ficando cada vez mais para trás e os efeitos da sua transformação devido ao progresso e a globalização. O grupo de atores, agora, representa o típico caipira - com o seu chapéu de palha e camisa xadrez - e vai se modificando através do circo/teatro, da rádio e da TV até chegar ao universo pop/multimídia da música sertaneja atual. É nesse contexto que discutimos a rivalidade que há entre o sertanejo pop e o caipira raiz. Mas será que ela existe mesmo? E assim, a tradicional viola caipira das rotas de tropeiros sai do interior do Brasil, se transforma, dialoga com o contemporâneo e vai conquistar o mundo.


Ficha Técnica:

ELENCO :

- Michel Teló
- Lilian Menezes
- Alan Rocha
- Cris Gualda
- Daniel Carneiro
- Gabriel Manita
- Jonas Hammar
- Luiz Nicolau
- Pedro Lima
- Rodrigo Lima
- Sergio Dalcin


EQUIPE CRIATIVA:

Texto – Gustavo Gasparani
Direção Geral– Gustavo Gasparani
Direção Musical e arranjos – Marcelo Alonso Neves
Arranjos e Preparação vocal – Mauricio Detoni
Roteiro Musical - Gustavo Gasparani
Coreografia – Renato Vieira
Cenografia – Gringo Cardia
Figurino – Marcelo Olinto
Visagismo – Marcio Mello
Pesquisa - André Piunti e Gustavo Gasparani

MÚSICOS:

Sanfona / Gaita / Regente - Marcelo Costa Lima
Teclado 1 - Roberto Bahal
Teclado 2 - Daniel Pereira dos Santos
Bateria - Wesley Abdo
Percussão - Tiago Ferreira
Baixo - Sergio Henrique Soares Lima
Violão / Guitarra - Jonathas Xavier da Silva
Viola - Marcelo Mello do Nascimento

Fotos: Creditos Deivid Correia /Mariane Rocha
Edição: Sandra Nunes

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